Blog dedicado ao estudo de literatura e interculturalismo


1993: ano Internacional dos Povos Indígenas do Mundo

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2019: ano Internacional das Línguas Indígenas


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Abralic 2019. Simpósio Poéticas indígenas em foco





Abralic. Imagem extraída do Google

XVI CONGRESSO INTERNACIONAL ABRALIC
Brasília, UNB, 2019
Resumo do Simpósio n. 86


POÉTICAS INDÍGENAS EM FOCO

Coordenação:  Profª. Drª Graça Graúna (UPE); Profª. Drª Maria Silvia Cintra Martins (UFSCar)


O tema deste Simpósio reafirma o nosso compromisso com a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, aprovada em 2007, ao convocar a comunidade internacional a se mobilizar para assegurar total respeito pela dignidade, pelo bem-estar e pelas liberdades fundamentais dos povos indígenas. O foco do Simpósio trata das poéticas indígenas em suas diferentes manifestações. Nesta perspectiva, serão bem-vindos trabalhos em torno da literatura e das artes indígenas em geral, incluindo o cinema, as cantorias, a contação de histórias, a pintura corporal, a dança, a música, os cantos xamânicos, o ato de declamar, o grafismo rupestre e o grafismo urbano de autoria indígena, entre outras artes visuais. Sendo o congresso da ABRALIC de teor acadêmico, serão bem-vindos, de toda maneira, trabalhos que se façam acompanhar de performances ou representações. Além disso, em se tratando das artes indígenas, que possuem, por natureza, viés transdisciplinar, também será possível e desejável que temáticas como as dos direitos de indígenas sejam abordadas, conjuntamente à temática das poéticas indígenas. Um exemplo da poética indígena reside no poema declamado por Ailton Krenak (liderança indígena) no dia 3 de agosto de 2018, durante uma roda de conversa sobre literatura indígena, no Congresso da ABRALIC, em Uberlândia/MG; trata-se do poema “Continuum”, que ele escreveu em 2005, na Serra do Cipó/MG. Continuum também pode ser o conjunto de acontecimentos sequenciais e ininterruptos, tais como sugerem as reflexões da ABRALIC 2018 acerca de circulação, tramas e sentidos na Literatura. Nesse ritmo, o Simpósio POÉTICAS INDÍGENAS EM FOCO nos aproxima (em vários sentidos): das canoas, dos rios e riachos; das montanhas, das serras; das lutas, dos sonhos; do programa “Voz Indígena” (junto à Rádio UFSCar, da Universidade Federal de São Carlos, que já conta com 65 edições) liderado por João Paulo Riberio (indígena guarani), que, em sua pesquisa de doutorado, propõe a poética do traduzir para o Nheengatu a obra “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, abrindo, com isso, um leque de possibilidades: a valorização e retomada das línguas indígenas; a valorização das culturas indígenas, incluindo-se, nesse caso, o xamanismo, já que o acadêmico guarani propõe que o ato tradutório se dê na esteira das práticas xamânicas, chamando-nos a lembrar a importância do xamã como um tradutor entre mundos;   a revisita da obra de Graciliano Ramos, por meio de uma abordagem que prevê o multinaturalismo e o perspectivismo indígena. O Simpósio também abrange a poética do sonho azul nos versos do mapuche Elicura Chihuailaf. A poética de Elicura denuncia a sua condição de indígena exilado. Na entrevista ao site  Crítica.Cl, ele comenta que apesar do deslocamento,  a poesia revela que a cada dia ele “aprende a apreciar o que significa habitar no meio de uma diversidade tanto na natureza quanto entre os homens”. A percepção do mundo indígena também é notória na poesia charrua de Maria Huebilu a nos lembrar que os ancestrais continuam vivos em nós, assim como a crônica de Severiá Idioriê, entre outros textos escritos por mulheres indígenas no volume 4, da Revista LEETRA Indígena, da UFSCar, em 2014. Desse modo, seguimos, nesta XVI ABRALIC, no continuum – como diria o poeta – entre literatura e outros saberes como sugere a voz da terra na poética indígena. E a propósito do Ano Internacional das Línguas Indígenas – dedicado pela ONU ao ano de 2019 – cabe reiterar o direito de sonhar um mundo melhor; o direito de intuir os sentidos da literatura indígena e tudo que nos aproxime da poesia necessária, como sugere o poética do “Continuum”, no rastro dos nossos ancestrais.

REFERÊNCIAS:

ABRALIC.  Circulação, tramas & sentidos. Congresso Internacional. Uberlândia/MG, 2018.

CHIHUAILAF, Elicura. Sonho azul. Disponível em:  https://issuu.com/grupo. leetra/ docs/ leetra_vol4. Acesso em 05.jan.2019.

CHIHUAILAF, Elicura. Entrevista. Disponível em: http://critica.cl/entrevistas/entrevista-al-poeta-elicura-chihuailaf-“el-estado-protege-saqueo-del-territorio-mapuche” . Acesso em 05.jan.2018

GRAÚNA, Graúna. Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2010.

HUEBILU, Maria. Abuelas. Disponível em: grauna3@gmail.com. Acesso em  05.jan.2019.

IDIORIÊ, Severiá. Quem somos? Para onde vamos? Disponível em:  https://issuu.com/grupo. leetra/ docs/ leetra_vol4. Acesso em 05.jan.2019.

KRENAK, Ailton. Continnum. Poema declamado na Mesa “Vozes ameríndias”, Congresso da Abralic/2018, Uberlândia, MG.

LEETRA Indígena. Volumes 1 a 18. São Carlos: UFSCar/ Grupo de Pesquisa LEETRA. Disponível em: www.leetra.ufscar.br

MARTINS, Maria Sílvia Cintra (Org.). Ensaios em Interculturalidade: Literatura, Cultura e Direitos de Indígenas em época de globalização. Campinas/SP: Mercado de Letras, 2014.

RIBEIRO, João Paulo. Guia Turístico: Tikanga rikue: uma profética do traduzir. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018.


domingo, 27 de janeiro de 2019

Até quando o exílio?

Tragédia ambiental em Brumadinho/MG. Fonte: Google



Até quando o exílio?

... de Minas, a música me faz pensar
que não haverá mais exílio;
porém
que tempo infeliz é este
em que os podres poderes
despejam veneno sobre a Terra?
Alguém ouviu a sirene?
O céu chora!
A Terra treme!
No tsunami de lama
a humanidade é soterrada.
Ligo o rádio, a TV e custo a crer:
meus olhos, meus ouvidos
quase perdem os sentidos.
Custo a crer:
a tragédia parece não ter fim
e mais uma vez
o silêncio da sirene
revela o já visto:
“quem cala consente”
e tudo que fica é o deslugar:
de Bento Rodrigues
a Brumadinho,
mais um triste retrato na parede.
Até quando o exílio?

                                                                
                                                                                                                       Graça Graúna,
                                                                                                                         27.jan.2019


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

2019: ano internacional das Línguas Indígenas


Fonte: Servindi: Rede de Comunicação Intercultural

          Servindi, 29 de diciembre, 2018.- Con la finalidad de sensibilizar a la sociedad sobre la contribución de las lenguas a la diversidad cultural en el mundo, la Organización de las Naciones Unidas [1] (ONU), declaró el 2019 como el Año Internacional de las Lenguas Indígenas [2]. La decisión surge como respuesta a la desaparición de las lenguas en todo el mundo “a un ritmo alarmante”. Las lenguas indígenas, de acuerdo con la ONU, se desempeñan, entre otras cosas, como instrumentos de depositario de identidad, historia cultural, tradiciones y la memoria únicas de cada persona. Asimismo, las lenguas indígenas son sistemas únicos de conocimiento y comprensión del mundo, facilitan el desarrollo sostenible, inversión, consolidación de la paz y reconciliación. Además, consolidan los derechos humanos fundamentales y las libertades de los pueblos indígenas. Las lenguas también promueven la inclusión social, alfabetización, reducción de la pobreza y la cooperación internacional, así como los valores culturales, diversidad y patrimonio. Cinco áreas clave Durante el Año Internacional de las Lenguas Indígenas, se promoverán las lenguas indígenas en cinco áreas clave, entre ellas el aumento de la comprensión, la reconciliación y la cooperación internacional y la creación de condiciones favorables para el intercambio de conocimientos y la difusión de las buenas prácticas. Del mismo modo, se promoverán la integración de las lenguas indígenas en el establecimiento de normas, el empoderamiento a través de la creación de capacidad y el crecimiento y desarrollo a través de la elaboración de nuevos conocimientos.
          Objetivos principales El Año Internacional de las Lenguas Indígenas enfocará su atención global en los riesgos críticos a los que se enfrentan las lenguas indígenas y su importancia para la reconciliación, la buena gobernanza y la consolidación de la paz. A través de ello se buscará mejorar la calidad de vida, reforzar el diálogo intercultural y reafirmar la continuidad cultural y lingüística.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Voz indígena na Ufscar








A rádio da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) traz na sua programação momentos especiais que ressaltam temas, questões, músicas  e outras propostas voltadas também ao mundo indígena. A convite do parente guarani João Paulo Ribeiro (doutorando da Ufscar, na área de Linguística) tive a oportunidade de compartilhar com o público ouvinte um pouco da minha vivência na floresta de saberes,  focalizando a literatura indígena. 
Para saber mais, acessem a Radio Ufscar no prefixo que segue:









quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Literatura, direitos humanos e direitos indígenas na escola


 Imagem: cultura.gov.br


Curso de extensão universitária
Temas de Direitos Humanos

Apresentação: O Núcleo de Educação em Direitos Humanos (NEDH), da Faculdade de Humanidades e Direito (FAHUD), promoverá um curso de extensão universitária a partir do próximo dia 28/04/2011. O curso Temas de direitos humanos será ministrado pelos professores/as: Profa. Dra. Roseli Fischmann, Prof. Dr. Dario Paulo Barrera Rivera, Profa. Ms. Elizabete Cristina Costa Renders, Profa. Dra. Graça Graúna, Prof. Ms. Jonathan Hernandes Marcantonio e Prof. Ms. Oswaldo de Oliveira Santos Junior (organizador do curso). O curso terá seis encontros, oferecerá certificado de extensão universitária e será realizado sempre às quintas-feiras das 18h às 19h no auditório do Ed. Lâmbda, sala 454, Campus Rudge Ramos, Universidade Metodista de São Paulo.
Ementa: Reflexão e estudo sobre o conceito e fundamentos dos direitos humanos, a partir de temas contemporâneos que favorecem a compreensão da amplitude e complexidade do debate sobre direitos humanos, proporcionando uma visão geral acerca dos mecanismos internacionais de promoção, controle e monitoramento dos direitos humanos.
Inscrições: As inscrições devem ser feitas pelo email direitoshumanos@metodista.br, informando nome completo, telefone, endereço de email. O Curso é gratuito e aberto a todos/as os/as interessados/as.  


Temas do curso
28/04 - Educação em Direitos Humanos: desafios e possibilidades
12/05 - Literatura, direitos humanos  e direitos indígenas na escola
19/05 - Sobre o direito a ter direitos: os “sem religião” no Brasil secular 
26/05 - Sobre o direito a ser diferente: provocações sobre a hierarquização das diferenças na sociedade
02/06 - Democracia e pluralismo: A liberdade religiosa como fundamento intrínseco ao Estado de Direito
09/06 - Estado Laico: Uma introdução à laicidade do Estado

Programa das palestras:

28/04/2011 - Educação em Direitos Humanos: desafios e possibilidades – Profa. Dra. Roseli Fischmann (Coordenadora do PPG-ED da UMESP, Visiting Scholar da Harvard University no período 2003-2005; pesquisadora do CNPq; pesquisadora líder do NEDH).
Ementa: Estudo do conceito, fundamentos, evolução e significado contemporâneo da Educação em Direitos Humanos.
Bibliografia básica
Candau, Vera Maria. Educação em direitos humanos e diferenças culturais: questões e buscas. Múltiplas Leituras, Universidade Metodista de São Paulo, Vol. 2, No 1 (2009). Disponível em:
FISCHMANN, Roseli. Direitos humanos e educação. In: GIOVANNETTI, Andrea. (Org.). 60 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Conquista do Brasil. 1 ed. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2009, v. 1, p. 203-230.

12/05/2011 - Literatura, direitos humanos  e direitos indígenas na escola - Profª.Drª. Graça Graúna - (professora adjunta da UPE – pesquisadora realizando pós-doutorado junto ao PPG-Ed (UMESP) e coordena grupo de pesquisa DDHH)
Ementa: Uma abordagem da relação entre Literatura e Direitos Humanos. Usos da lei 11645/08, junto ao Núcleo de Educação e Direitos Humanos (NEDH) e no Curso de Pedagogia da UMESP.
Bibliografia básica
GRAÚNA, Graça. Vozes ancestrais e exclusão na literatura brasileira. In: BEZERRA, Benedito. Língua, literatura e ensino. Recife, Edupe, 2009, p. 151-162.  
SILVA, Paulo Thadeu da. Literatura e direitos humanos. Disponível em: http://www.ead.upe.br/extensao/course/view.php?id=2. Acesso em 20.ago.2010.
TAUKANE, Darlene. A história da educação escolar entre os Kurâ-Bakairi. Cuiabá: Darlene Taukane, 1999.

 19/05/211 - Sobre o direito a ter direitos: os “sem religião” no Brasil secular  - Prof.Dr. Dario Paulo Barrera Rivera (É Pesquisador da FAPESP e Coordena o Grupo de Pesquisa Religião e Periferia na América Latina (REPAL) e pesquisador do NEDH)
Ementa: O tema proposto pretende discutir quem são os “sem religião” e que desafios esse setor social propõe em duas perspectivas vinculadas aos Direitos Humanos: de um lado em relação ao Estado brasileiro com sua laicidade comprometida, de outro, como fica o direito a não ter religião na sociedade brasileira saturada de religião.

26/05/2011 - Sobre o direito a ser diferente: provocações sobre a hierarquização das diferenças na sociedade - Profª. Ms. Elizabete Cristina Costa Renders (Assessora Pedagógica para Inclusão na UMESP; pesquisadora no Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade e pesquisadora do NEDH)
Ementa: Trabalha, a partir dos estudos culturais, a tensão entre igualdade e diferença na sociedade, perguntando pelos distintos sujeitos e seus saberes diferentemente sábios. Especialmente, trabalha, a partir dos dados da pesquisa  FIPE/ 2009 - Incidência do preconceito e discriminação no ambiente escolar, os  processos de hierarquização das diferenças na sociedade.
           
02/06/2011 Democracia e pluralismo: A liberdade religiosa como fundamento intrínseco ao Estado de Direito  Prof. Ms. Jonathan Hernandes Marcantonio (Doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito e pesquisador do NEDH)
Ementa: A particular e mais marcante característica de um Estado Democrático é a possibilidade de acomodação de diversas e distintas, até mesmo opostas, manifestações sociais e culturais em um mesmo espaço público. A aula em tela tem como objetivo compreender as possíveis formas de manifestação deste pluralismo no espaço público brasileiro e como a estrutura democrática existente possibilita tais manifestações. A partir das constatações feitas nesse aspecto, intenta-se explorar tal pluralismo a partir das garantias ao direito de livre manifestação religiosa, bem como suas limitações.
Bibliografia básica
BONAVIDES, Paulo. Constituinte e Constituição - A Democracia, o Federalismo e a crise contemporânea. 3ªEd. SP. Malheiros. 2010.

09/06/2011 - Estado Laico: Uma introdução à laicidade do Estado – Prof. Ms. Oswaldo de Oliveira Santos Junior (Professor do Núcleo de Formação Cidadã, pesquisador do CNPq e pesquisador co-líder do NEDH)
Ementa: Estudo do conceito, fundamentos, evolução e significado contemporâneo do conceito laicidade do Estado.

Bibliografia básica
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Trad. de Carlos Nelson Coutinho. 11. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
FISCHMANN, Roseli. Estado laico. São Paulo: Memorial da América Latina, 2008
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948.

Referência bibliográfica complementar

BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. 
CANDAU, Vera e outros. Oficinas pedagógicas de direitos humanos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2003. 
CANDIDO, ANTONIO. O direito à literatura. In: CANDIDO, ANTONIO. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 2004, p.169-191. 
DHNET. Declaração universal dos direitos humanos - 1948-2008. CD-ROM, Multimídia, Natal/RN: Dhnet, 2008. 
FISCHMANN, Roseli. Educação, direitos humanos, tolerância e paz. Paidéia (Ribeirão Preto) [online]. 2001, vol.11, n.20, pp. 67-77. Disponível em:
FISCHMANN, Roseli. Estado laico. São Paulo: Memorial da América Latina, 2008
FREIRE, Paulo: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1989.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948.
PALADINES E., Carlos. Discurso indígena y discurso de ruptura. In: Quinientos años de historia, sentido e proyección. México: Instituto Panamericano de Geografia e Historia/Fundo de Cultura Económica, 1991: 107-126.             
PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS. Brasília: Ministério da Educação/SEDH, 2007. 
RAMA, Angel. Literatura e cultura na América Latina. São Paulo: Edusp, 2001.
SILVEIRA, Rosa Maria Godoy et al. Subsídios para a elaboração das diretrizes gerais da educação em direitos humanos - versão preliminar. João Pessoa: Editora Universitária, 2007, p. 4.
TIRADENTES, J.A; SILVA, Denize R. da. Sociedade em construção – história e cultura indígena brasileira: o índio na formação da sociedade brasileira. São Paolo: Direção Cultural, 2008.

Apoio:
·     Universidade Metodista de São Paulo (UMESP)
·     Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo
·    Grupo de Estudos Comparados em Literaturas de Língua Portuguesa - Universidade de Pernambuco - UPE