quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Cine Artes discute a Lei 11645/08

Amig@s a tod@s boas festas!
Confiram e divulguem!

          "Ünkunahpó " Documentário discute como aplicar a Lei 11.645/08, que determina o ensino das Culturas dos Povos Indígenas nas escolas do Brasil e como os professores devem se preparar.
          As pesquisas para o Ünkunahpó contam com a colaboração do indígena Bu'ú Ye'pamahsã(Tukano-Sã o Gabriel da Cachoeira-AM-Brasil) que também atuou neste documentário (ator, diretor de teatro, artista plástico e defensor da lei 11.645/08)

http://cinemaartes.b logspot.com/2011/12/ unkunahpo-desenforme -documentario-que.ht ml

www.cinemaartes.blog spot.com
CinemaArtes: Ünkunahpó-"Desenform e" Documentário que discute aplicação da Lei 11.645/08, que determina o ensino das Culturas dos povos Indígena nas salas de aula.
O Ponto de Cultura, Km 30, localizado em Embu das Artes, interior de São Paulo, já exercia atividades através da Associação de amigos de Bairro das Chácaras Batira. Por meio do trabalho, cujo objetivo...
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Visões indígenas da Lei 11645/08 - Revista Educação & Linguagem


 Cartaz remete à palestra que proferi em 2008,  no MAMAM, em Recife, a respeito da Lei 11645/08.

Educação, literatura e direitos humanos: visões indígenas da lei 11.645/08
Graça Graúna

Resumo
O presente artigo refere-se à Lei 11.645/08, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e cultura afro-brasileiras e indígenas". Com o objetivo de enfatizar a visão indígena em torno do assunto, um dos passos da pesquisa remete a um questionário que apresentei a dezenas de parentes indígenas de diferentes etnias. A pesquisa trata do diálogo entre literatura, educação e direitos humanos, a começar pela história e pela cultura na percepção indígena, uma questão – infelizmente – ainda pouco estudada no Brasil.

Texto Completo: PDF

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Livro-vídeo celebra 25 anos de Vídeo nas Aldeias

Depoimentos, fotos e filmes traçam retrato do projeto que aproximou o vídeo de mais de 100 aldeias indígenas brasileiras. O lançamento, dia 12 de dezembro, em São Paulo, tem exibição do novo filme do Vídeo nas Aldeias e debate com realizadores indígenas - Notícias Socioambientais, 6/12.
Serviço
Vídeo nas Aldeias – 25 anos
256 páginas, 10 filmes, R$ 100,00 (preço promocional no lançamento) e R$ 167,00
Lançamento: 12 de dezembro, às 19h30hs, no Itaú Cultural (Av. Paulista, 149), com exibição de Bicicletas de Nhanderú e conversa com realizadores indígenas.
Informações e imagens
Teté Martinho
11 99010375

sábado, 3 de dezembro de 2011

Antologia de mulheres indígenas de America Latina

          Foi lançada uma antologia de mulheres indígenas no Equador, neste evento que estive. 
          A antologia é lindísssima e se chama  "COLLAR DE HISTORIAS Y LUNA", sairam textos meus e de Graça Graúna. Eu havia indicado outras indígenas também, mas só saiu da Graça. É uma antologia de poesias de Mujeres Indígenas de Améerica Latina. Estou muito orgulhosa por isso, também fiz um discurso de 8 páginas e breve enviarei para vocês, acompanhado com uma apresentação em power point com 17 slides.
          Depois vou scanear a capa da coletânea e enviar também.
ELIANE POTIGUARA
REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Carta aberta ao Ministro da Justiça em defesa dos Guarani Kaiowá

Pela apuração rigorosa das violências contra os Guarani Kaiowá de Guaiviry

Fonte: Institito Sociambiental

Assine o abaixo-assinado!

 
Amambai (MS) - Famílias que chegaram por último à aldeia após serem expulsas ou removidas de fazendas vivem em barracos improvisados. Foto: Valter Campanato/ABr


Carta aberta ao Ministro da Justiça

          Queremos apuração rigorosa das violências praticadas contra os Guarani Kaiowá do acampamento Guaiviry, e fim do genocídio no Mato Grosso do Sul
          Na última sexta-feira, dia 18 de novembro, os povos indígenas e todos aqueles que apoiam suas lutas tiveram que amargar mais um assassinato, o do líder guarani kaiowá Nísio Gomes. Ele foi vítima de um ataque de pistoleiros ao acampamento guarani conhecido como Tekohá Guaiviry, no município de Aral Moreira (MS). Foi alvejado e levado pelos agressores, junto com outros dois Kaiowá – que seguem desaparecidos.
          Trata-se de mais um ato do corrente genocídio dos Guarani. Em 14 de novembro, uma carta assinada no 1º Encontro de Acampamentos Indígenas do MS já denunciava que o Tekohá Guaiviry estava cercado por jagunços a serviço de fazendeiros da região. Os Kaiowá explicam sua difícil situação: “Em Mato Grosso do Sul existem cerca de 31 acampamentos de indígenas situados na margens de rodovias e em pequenas áreas retomadas pelo nosso povo. Em todos esses lugares estamos acampados porque tomaram nossas terras e porque a situação de violência e miséria nas poucas reservas já existentes está insuportável”.
          Este caso faz parte de uma série de violências que vêm sendo praticadas contra os Guarani no Mato Grosso do Sul, cujos responsáveis diretos e mandantes seguem impunes. Segundo dados do Relatório de Violência contra os Povos Indígenas em Mato Grosso do Sul, produzido pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), entre 2003 e 2010 ocorreram 253 assassinatos de indígenas naquele estado.
          Nós, abaixo assinados, solicitamos que o Ministério da Justiça apure os fatos relatados e puna com rigor os responsáveis por estes crimes, que nos envergonham a todos e ponha fim à esta situação inaceitável.

São Paulo, 21 de novembro de 2011