sábado, 21 de abril de 2012

Literatura indígena e meio ambiente: rumo à Rio + 20


9º. ENCONTRO DOS ESCRITORES E ARTISTAS INDÍGENAS

Literatura indígena e meio ambiente: rumo à Rio + 20

          “Não somos donos da Teia da Vida”. Um debate sobre o papel da literatura indígena na formação da consciência ambiental na sociedade brasileira.  Presença de representantes de diferentes povos indígenas brasileiros: Desana, Guarani, Krenak, Macuxi, Maraguá, Munduruku, Piratapuia, Potiguara, Saterê-Mawé, Terena, Tukano, Umutina, Wapichana.
         A Literatura Indígena tem tido um importante papel na difusão do pensamento ancestral dos povos nativos apresentando à sociedade brasileira a intrínseca relação destas sociedades com o cuidado com seu meio ambiente. Através do livro e da literatura, a escrita indígena tem demonstrado que esta relação não é apenas de cunho filosófico, mas existencial apresentando, inclusive, alternativas possíveis para a sustentabilidade do planeta. Nesta edição, queremos trazer este olhar indígena sobre o meio ambiente, mostrando como a literatura escrita por autores indígenas pode auxiliar o Brasil e o mundo a interagir com o planeta que é nossa casa comum.

MANHÃ
 Ritual de abertura: Parte externa Mesa de abertura:
FNLIJ, IC&A, NEARIN, INBRAPI 

          Grupo UM – “Não somos donos da teia da vida, mas um de seus fios” [Alimentar o espírito ] Esta mesa tem como objetivo apresentar o pensamento indígena sobre o meio ambiente tendo como foco a relação espiritual que mantém com a natureza. Facilitadores: Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Caime Waissé, Moura Tukano, Marcos Terena.

          Grupo DOIS – “O que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra”. [Alimentar o corpo] A mesa pretende mostrar como a literatura indígena pode ser um importante instrumento na conscientização da sociedade brasileira sobre seu papel na preservação do meio ambiente tendo como foco a arte indígena. Facilitadores: Ely Macuxi, Yaguare Yamã, Uziel Guayné, Jayder Macuxi e Álvaro Tukano.

          Grupo TRÊS – “A terra não pertence ao homem. O homem à terra pertence. Não foi o homem que teceu a trama da vida. Ao contrário, foi por ela tecido”. [Alimentar a mente] Este grupo terá como objetivo alimentar a mente dos presentes através da contação de histórias que são repetidas exaustivamente para marcar a mente das crianças e jovens no processo de sua formação. Facilitadores: Graça Graúna, Edson Kayapó, Roni Wasiry, Olívio Jekupé,  Jaime Dessano, Rosi Whaikon e Carlos Tiago

 TARDE
          Grande roda de conversa Na parte da tarde os grupos se encontrarão para um bate-papo síntese onde prepararão alguma resolução para apresentar ao comitê RIO +20. Mesa de encerramento Sorteio de livros e outros objetos


Realização: Apoio:
FNLIJ
INBRAPI
INTITUTO UK’A
INSTITUTO C&A
NEARIN

2 comentários:

  1. Mana GG e demais parentes, momentos lindos! Lindos! Lindos! Que a Força dos Ancestrais continuem nos alimentando na manutenção dos fios que cinzem a tessitura do úero planetário e nas forquilhas da nossa Casa Planetária e na costura dos nossos pensamentações em pelnas realizações!

    Guê aba!

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  2. Meu querido AR - senti muita falta da sua poesia no encontro indígena. Espero, de coração, reve-lo. Que Ñanderu nos acolha

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